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As Ilhas Malvinas seguirão sendo Falkland

As Ilhas Malvinas, pequeno pedaço de terra situado lá no finalzinho da América do Sul e que há trinta anos (1982) opôs em armas a Inglaterra e a Argentina, voltou ao noticiário internacional. E novamente envolvendo os dois países. A Argentina, apesar de ter perdido naquela ocasião não somente a guerra, mas inúmeros homens e o seu valioso orgulho, não se intimida. Agora considerou uma provocação o treinamento militar que os ingleses decidiram realizar na Ilha e, mais ainda, uma ofensa grave a inclusão do príncipe William no time dos "treinandos". A presidente Cristina Kirchner, que anda com a popularidade um tanto baixa dentre "los hermanos", fez discursos inflamados e decidiu reagir. Porém, bem ao contrário dos estupidos ditadores militares, que governaram o país por vários anos e o levaram a guerra desnecessária contra os ingleses. Ao invés de "levantar armas", a mandatária portenha mandou o seu ministro das Relações Exteriores protestar na ONU. Representantes do país europeu deram de ombros e disseram que o velho discurso segue valendo: mudanças na Ilha somente com a aprovação dos ilhéus. Essa pinimba entre os dois países é antiga. E o que está em jogo, na verdade, além da posição estratégica da ilha é, agora, o petróleo recém encontrado no território.  Os argentinos, imagino, devem ter aprendido a lição e jamais cometerão o mesmo erro. Os britânicos têm esta certeza. O caminho para uma solução era, é e sempre será o diálogo franco entre as nações. E como este parece ser o único e mais viável dos caminhos, a Ilhas Mavinas - para os argentinos - seguirão sendo Island Falkland - para os britânicos - por mais "100" anos!  

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