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Do Nobel da Paz a PM na USP
Posted by Linha de Pipa
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16:19
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Prêmio Nobel da Paz
Cordão dos puxa-sacos
Propor o nome do sr. João Havelange para o Prêmio Nobel da Paz só pode ser uma brincadeira. E de gosto duvidoso, realmente! Ex-jogador de poloaquático, ex-presidente da CBD e da Fifa, Havelange é até hoje uma figura questionada, no Brasil e Exterior. O Linha de Pipa realmente não considera relevante o trabalho desenvolvido pelo cartola em favor do desenvolvimento do futebol mundial. Por onde passou, deixou a desejar. Ele bem que poderia ter feito mais, muito mais! Para este blog, até em respeito a sua idade avançada, que já passa dos 90, Havelange deve ficar na boa, em casa, e "curtir" a aposentadoria contando aos netos as suas peripécias pelo mundo. E se lhe sobrar tempo, pode ainda trocar idéias com o seu ex-genro Ricardo Teixeira, presidente da CBF, sobre a organização da Copa do Mundo de Futebol marcada para 2014 no Brasil. "Vamos e venhamos", ele bem que está precisando! Voltando ao Nobel e tratando a questão com a seriedade devida, há brasileiros que poderiam sim ser indicados. E se o Comitê Norueguês para o Prêmio Nobel não atuasse de forma política - com tem ficado cada vez mais evidente -, os brasileiros indicados teriam até alguma chance de serem escolhidos. Mas a falta do prêmio não faz mal a ninguém. Melhor nada do que o sr. Havelange!
O Haiti não é aqui! O Haiti é aqui!
Demorou, mas antes tarde do que nunca! O governo federal, por meio do Ministério da Justiça, finalmente se envolveu na questão dos haitianos, que estão chegando em massa a Basileia, cidade do Acre, próxima a fronteira com a Bolívia. Os haitianos que já estão no país e os que chegarem até o dia da promulgação da nova lei de controle, terão a sua situação imediatamente legalizada. Ou seja, receberão visto de permanência e trabalho com validade de cinco anos. Os que chegarem depois, necas de pitibiriba. Segundo disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, estes receberão o mesmo tratamento oferecido a qualquer outro estrangeiro flagrado em situação irregular no país. Serão deportados! Além disso, acrescentou Cardoso, o Brasil concederá mensalmente aos haitianos, por meio de sua Embaixada em Port Principe, 100 vistos de permanência e trabalho no Brasil. O número de haitianos que já atravessaram a fronteira supera o 5 mil. E outros mais estão chegando. O objetivo da medida é organizar e controlar a imigração oriunda desse país e, ao mesmo tempo, tirá-los das "garras" dos coiotes, individuos que fazem a travessia ilegal dos imigrantes. O Perú, que é usado como rota para se chegar ao Brasil, decidiu exigir visto de entrada para os haitianos. Trata-se, como se percebe, de uma situação extremamente delicada. No entanto, o Brasil não pode fechar os olhos para este problema. E nem deixar de atender aqueles de batem à sua porta. A tradição humanitária do país não pode ser esquecida. Despreparado e perigoso
O Linha de Pipa viu e reviu o vídeo da ação dos dois PMs na Cidade Universitária. E até agora não conseguiu entender a razão para o destempero "perigoso" de um dos policiais envolvidos. Ele participava da "negociação" com alguns alunos para a desocupação do espaço. Aparentemente tudo caminhava numa boa quando, do nada, o PM simplesmente invocou com um dos jovens presentes e partiu para cima dele, agredindo, gritando e pedindo documentos. Não bastasse, ainda sacou a sua arma do coldre. Um perigo! Depois, tentou expulsá-lo do lugar aos empurrões. Por sorte não tivemos uma tragédia! Vale registrar, ainda, que o PM, para não ser identificado, escondeu com os braços o crachá com a inscrição de seu nome. A discussão que se seguiu foi de total desrespeito. De ambos os lados. Lamentável! O governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, disse que os dois militares já foram tirados do serviço de rua e que o caso está sendo analisado pela corregedoria da PM. Menos mal! A presença da PM na Cidade Universitária não é consenso, divide opiniões. Por isso, este blog considera que suas ações devam ser sempre muito bem planejadas e conduzidas com o máximo de equilibrio. E os reponsáveis para executá-las, profissionais experientes, que saibam lidar com a pressão sem usar da violência.

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